
O amigo Clovis entrega a polícia o revolver que possivelmente tenha matado Zé de Eduardo
O amigo Francisco Clovis Maniçoba, mais conhecido por Clovis, dormia ao lado de Josemar Moreira dos Santos, 46 anos, mais conhecido por Zé de Eduardo, no alpendre de uma residência no sítio Cajás neste município de Alexandria. Por volta das 4 horas da manhã Clovis escutou um tiro, mas achou que fosse bombinhas de São João, já que Zé Eduardo gostava de aplicar susto nos amigos soltando as bombinhas debaixo das redes. Depois de algum tempo escutou um roncado esquisito e levantou-se. Era Zé de Eduardo que agonizava botando sangue pelo nariz, ele achou que fosse ataque cardíaco e tentou reanima-lo, foi quando percebeu um ferimento na cabeça do mesmo.
Zé de Eduardo gostava de fazer pirão de peixe com os amigos no sítio e na noite de ontem, em companhia de Clovis e seu irmão Francisco Antunes Maniçoba, mais conhecido por Chico de Loló, que no momento disse dormir no interior da residência, comeram peixe na noite anterior.
No local o sangue já havia sido limpado por Chico de Loló, que afirmou a polícia que estava fedendo muito e o revolver havia sido recolhido da cena e guardado em uma sacola plástica.
Pessoas amigas disseram que Zé de Eduardo andava muito preocupado e triste atualmente, por isso acreditam na tese de suicídio. Alguns que viram o corpo de Zé de Eduardo na Maternidade Joaquina Queiroz, acham que ele pode ter sido assassinado, já que na sua cabeça, no lado direito por traz da nuca, existe um grande corte por onde a bala possivelmente tenha penetrado.
Vamos aguardar as investigações e a perícia do ITEP. Voltaremos com mais informações logo que novos fatos aconteçam.